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Milho fecha em baixa e mercado físico segue travado

No Rio Grande do Sul, as indicações variam entre R$ 56 e R$ 64 por saca

A
Por Agrolink · Fonte parceira
10 de julho de 2026, 06:42 · 1 min de leitura
Milho fecha em baixa e mercado físico segue travado
Divulgação / Agrolink

O mercado de milho encerrou a quinta-feira sob pressão, com queda nos contratos futuros e baixa liquidez em importantes regiões produtoras. Segundo a TF Agroeconômica, o movimento acompanhou as perdas em Chicago e a desvalorização do dólar, enquanto o avanço da colheita da safrinha e a ampla disponibilidade na Argentina reduziram a necessidade de compradores elevarem suas ofertas.

Na B3, o contrato de julho de 2026 fechou a R$ 64,77 por saca, com queda de R$ 0,13 no dia. Setembro terminou em R$ 67,48, recuo de R$ 0,54, enquanto novembro encerrou a R$ 70,78, baixa de R$ 0,43. No mercado físico, compradores abastecidos e produtores pouco estimulados a ampliar as vendas mantêm os negócios travados.

No Rio Grande do Sul, as indicações variam entre R$ 56 e R$ 64 por saca, com demanda concentrada em reposições pontuais. O consumo pela pecuária recebe suporte do maior uso de silagem nas propriedades leiteiras, diante das dificuldades de manejo provocadas pelo excesso de umidade.

Em Santa Catarina, as indicações permanecem próximas de R$ 65 por saca, enquanto compradores oferecem cerca de R$ 60. A diferença entre oferta e demanda limita os negócios. No Paraná, a colheita da segunda safra atingiu 10% da área, ante 5% na semana anterior, mas permanece atrasada em relação a 2025 e 2024. O excesso de chuvas no Oeste e Sudoeste ainda prejudica os trabalhos.

No Mato Grosso do Sul, as cotações variam entre R$ 48,67 e R$ 50,20 por saca. A bioenergia segue como importante fator de sustentação da demanda regional, embora as negociações permaneçam moderadas diante do aumento gradual da oferta.

Por Leonardo Gottems · Com informações de Agrolink.

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Conteúdo reproduzido de Agrolink (https://www.agrolink.com.br), com crédito e link para a matéria original.

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